
Vice-presidente da Firjan, Carlos Erane de Aguiar ao lado de José Carlos Sarmento, diretor jurídico da Condor S.A.Foto: Marcelo Martins | Firjan
A Firjan participou, nesta terça-feira (02/3), no Palácio Guanabara, da apresentação do novo Programa Sentinela do governo do estado, lançado no final de janeiro. A iniciativa tem foco no fortalecimento da segurança pública, na governança e na qualidade de vida nos municípios fluminenses.
O programa prevê a instalação de mais de 200 mil câmeras em locais estratégicos da capital fluminense e do interior, a um custo de R$ 1 bilhão. O vice-presidente da Firjan, Carlos Erane de Aguiar, lembrou que a federação há anos trabalha em prol da segurança pública do estado do Rio.
“Realizamos projetos exitosos, como a classificação feita pela federação em 2022, em relação a produtos ilegais, evasões de divisa, crimes ilícitos e transacionais. Outro grande pleito atendido da Firjan, foi a construção do Arco Metropolitano para dar mais segurança principalmente ao transporte de cargas,” explicou Erane, que declarou apoio ao projeto. "Apoiamos todos os projetos na área de segurança e temos condições de colaborar com dados estatísticos, como no estudo Brasil Ilegal. Aplaudimos essa tentativa de melhorar a segurança pública fluminense e lamentamos que a incidência de roubos de cargas tenha voltado a aumentar recentemente”, disse.
Sem a presença do governador Claudio Castro, a coordenação da reunião foi feita pelo secretário estadual de Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes Nogueira. O programa Sentinela foi apresentado pelo assessor especial do Gabinete do Gabinete do governador, Fernando Hackme.
O programa contará com um moderno sistema de monitoramento, que inclui câmeras com reconhecimento facial, leitura automatizada de placas de veículos e análise inteligente e tecnológica de imagens. Também está prevista a instalação de balanças digitais para controle de peso em rodovias.
Além da segurança pública, o projeto atenderá ainda outras áreas, como meio ambiente e urbanismo. O governo estadual prevê que os primeiros equipamentos sejam instalados em até seis meses. O bairro de Copacabana, na zona sul do Rio, e o município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, devem ser os primeiros atendidos em projetos-piloto.
Participaram do evento representantes da Fecomercio, da Federação do Transporte de Cargas do Estado do Rio de Janeiro (Fetranscarga), da Associação Comercial do RJ e da Federação das Empresas de Mobilidade do Estado (Semove).