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Firjan participa de instalação de comissão no Congresso contra pirataria, contrabando e sonegação

Antonio Carlos Vilela representou a Firjan em reunião na Câmara de Deputados.

Antonio Carlos Vilela representou a Firjan em reunião na Câmara de Deputados.Foto: Renato Araújo / Câmara dos Deputados

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Publicado em 11/03/2026 11:37  -  Atualizado em  11/03/2026 17:06

Antonio Carlos Vilela, 2º vice-presidente da Firjan CIRJ, participou da 1ª sessão extraordinária da Comissão Externa do Brasil Legal, nesta terça-feira, 10/3, na Câmara dos Deputados, em Brasília, para consolidar a atuação da federação em segurança pública, um pilar fundamental para o desenvolvimento do Rio de Janeiro. O objetivo da comissão, criada pelo deputado federal Julio Lopes, é mobilizar estados e instituições para ampliar o combate à pirataria, ao contrabando, à sonegação e ao comércio ilegal de forma geral.
 
Após colocar a Firjan à disposição da Comissão Externa sobre os Atos de Pirataria e a Agenda do Brasil Legal, Vilela advertiu que, por mais que se aja, as ações não estão sendo suficientes para fazer frente à ilegalidade, que rouba cerca de 370 mil empregos da Nação com as perdas de R$ 453 bilhões, devido a operações ilegais e sonegação, de acordo com estudo realizado pela Firjan em 2022. Vilela, que também é presidente do Conselho Empresarial de Energia Elétrica da federação, enfatizou “que é possível dizer que o Brasil tem um PIB paralelo que está ganhando market share."

(...) é possível dizer que o Brasil tem um PIB paralelo que está ganhando market share. Antonio Carlos Vilela, 2º vice-presidente da Firjan CIRJ. 

“Algo diferente tem que ser feito. Isso não é uma crítica ao que tem sido realizado, que é fantástico. Mas nós não estamos tendo a velocidade necessária para interromper o crescimento da ilegalidade”, afirmou Vilela, ao destacar que a federação tem um histórico de combate ao Brasil ilegal.

“Faço uma reflexão: a estratégia a ser utilizada tem que ser muito debatida, precisamos pensar como ajudar o Parlamento a fomentar essa discussão tão relevante que é o debate sobre segurança pública”, avaliou Vilela.

A comissão vai traçar um plano para debater, não só em Brasilia mas em vários estados do país, a questão da segurança pública e o impacto para a sociedade e o ambiente de negócios. Será realizada uma série de audiências no Congresso. Nesta terça-feira, 10/3, foram aprovados 15 requerimentos de audiências públicas no Congresso, mas também serão realizadas audiências em alguns estados, inclusive no Rio de Janeiro.

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Comissão Externa Brasil Legal se reuniu nesta terça, 10/3. | Foto: Renato Araújo / Câmara dos Deputados. 


 “Essa opção pela legalidade é uma cultura que precisamos implantar. É um saber novo e diferente que precisamos motivar. Esclareço ao plenário que apresentamos o plano de trabalho com a finalidade de planejar ações para a Comissão, estabelecendo uma prioridade de critérios para debater com vistas a otimizar o tempo, a eficiência e a produtividade”, afirmou Julio Lopes, ao destacar que o plano de trabalho está disponível na página da Comissão. Segundo o deputado, o país precisa valorizar o princípio da legalidade na proteção da sociedade brasileira como um todo.

À noite, a Frente Parlamentar Brasil Competitivo promoveu um jantar para debater Segurança Pública e Legalidade. Na pauta, os desafios e caminhos para o fortalecimento da legalidade e da segurança pública no Brasil.
No evento, o gerente de Infraestrutura da Firjan, Isaque Ouverney, disse que “é importante reforçar que não haverá desenvolvimento econômico se o Brasil ilegal não for enfrentado de forma contundente. E esse enfrentamento passa pela integração, por ações de inteligência e de aperfeiçoamento legislativo."

(...) não haverá desenvolvimento econômico se o Brasil ilegal não for enfrentado de forma contundente. E esse enfrentamento passa pela integração, por ações de inteligência e de aperfeiçoamento legislativo. Isaque Ouverney, gerente de Infraestrutura da Firian.

O gerente ratificou o compromisso da Firjan em apoiar a iniciativa e colaborar com informações, congregando com outras instituições, como um catalisador de dados. “É o papel da federação o desenvolvimento da Indústria, do setor produtivo do estado do Rio de Janeiro, e nós temos que ter consciência clara que, sem segurança, não haverá desenvolvimento econômico”, complementou, após lembrar que, segundo pesquisa da federação em 2024, dois, em cada três industriais fluminenses, declararam que condições de segurança são definitivas em suas decisões de investimentos no território. 
 
“Isso é verdade no Rio de Janeiro. E, certamente, é verdade também em outros estados”, enfatizou Ouverney.

 
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