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Firjan defende pautas prioritárias para o Rio no Fórum de Desenvolvimento do Estado

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Publicado em 23/02/21 18:18  -  Atualizado em  23/02/21 18:44

As pautas prioritárias da Firjan para a retomada da economia fluminense foram apresentadas na primeira reunião do ano do Fórum de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro, da Assembleia Legislativa (Alerj), nesta terça-feira, 23/02. Entre os tópicos defendidos, está a retirada das micro e pequenas cervejarias e dos lácteos do regime de substituição tributária, projeto que, durante a reunião, recebeu sinalização de que deverá ser votado ainda esta semana.

Outra pauta importante, apresentada pela federação, é a consolidação do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Ceis), que visa a adoção da mesma política de competitividade tributária de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo para as empresas dessa cadeia produtiva (indústrias de máscaras, luvas e outros itens de combate ao coronavírus). 

“A Firjan estima que o Ceis tenha potencial de criação de mais de 3 mil empresas e 41 mil postos de trabalho, e um incremento de R$ 7,5 bilhões no PIB fluminense”, destacou Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan. Segundo o deputado André Ceciliano, presidente da Alerj e do Fórum, um projeto de lei sobre o assunto será apresentado em breve. “O complexo é o novo pré-sal brasileiro. Temos potencial incrível, capaz de garantir a autonomia no setor”, afirmou.

Concessões e PPPs
Segundo a Firjan, para que o estado volte a ser atraente à instalação de empresas, são urgentes também ações de desenvolvimento de novas concessões e parcerias público-privadas (PPPs). Um exemplo é o Projeto Arco Seguro, modelo de PPP elaborado pela federação com o objetivo de zerar, até o final de ano, o índice de roubos de carga no trecho prioritário do Arco Metropolitano, que liga Itaguaí, na Baixada Fluminense, a Itaboraí, na Baixada Litorânea. 

“Um estudo da federação identificou 142 oportunidades em concessões no estado, um potencial de quase R$ 55 bilhões em investimentos. Cada bilhão investido na construção civil, por exemplo, pode ter impacto de quase R$ 1,3 bilhão em toda a cadeia, e gerar mais de 14 mil empregos diretos e indiretos”, assegurou Eduardo Eugenio. Outras medidas defendidas incluem a redução do ICMS no setor de energia e a renovação do incentivo fiscal para o setor cultural.

Participaram da reunião on-line, com transmissão ao vivo pelo YouTube, acadêmicos, empresários, gestores, membros da sociedade civil organizada, sindicatos e associações, além de pesquisadores que atuam em oito câmaras setoriais e grupos de trabalho da Alerj.

Assista a reunião do fórum:

 

 
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