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ESG e capitalismo de stakeholders é tema de Aquário Casa Firjan

Foto: Getty Images

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Publicado em 02/06/22 13:11  -  Atualizado em  14/06/22 17:24

O desenvolvimento sustentável, a qualidade de vida dos colaboradores e a busca de soluções para os problemas sociais têm se inserido nas pautas das organizações. Transformar esses temas em ações, não apenas dentro das empresas, mas levando novos valores a seus colaboradores, fornecedores e às comunidades do entorno, foi o principal ponto analisado pelos participantes do Aquário Casa Firjan de terça-feira, 31/05, que discutiu “ESG e o capitalismo de stakeholders”. Segundo Jorge Peron Mendes, gerente de Sustentabilidade da Firjan, a expansão do modelo de negócio tradicional, que valorizava fatores econômicos, para um que considere a performance social, ambiental e de governança de uma companhia, é cada vez mais presente no universo corporativo.

Assista ao vídeo do Aquário completo:

Na atualidade, a economia mais inclusiva virou uma demanda do mercado, complementa Lara Martins, gerente de Causas Coletivas do Sistema B Brasil, um movimento global que ajuda as empresas a redefinirem seus próprios conceitos de sucesso, gerando mais benefícios do que remuneração a seus acionistas. “A empresa hoje quer criar identificação com o consumidor, mensurando quais setores geram maior impacto na coletividade. Geralmente, esse impacto maior vem de fatores climáticos e sociais, que podem ser minimizados pela atuação das companhias”, explica.

Segundo Martins, ainda há muito a avançar no capitalismo de stakeholders, que não se preocupa em salvar o planeta, mas “em salvar os humanos; o planeta vai se recuperar sozinho de todas as avarias que sofrer; nossa espécie é que está ameaçada, se não forem feitas mudanças”, pontuou.

A empresa Mercur, fabricante de diversos artigos, como material escolar, iniciou sua mudança estratégica em 2009, incluindo a temática ambiental no negócio, conforme contou Eduardo Assmann, coordenador da área de Impacto de Atividade. “Uma mudança na conduta da empresa ‘vaza’ para os empregados. Na Mercur, muitos dos colaboradores passaram a captar água de chuva em suas cisternas, como fazemos na empresa. Houve também uma preocupação em reduzir a carga horária do quadro de pessoal para 36 horas por semana, em vez das 40 ou 44 horas, e em fazer um nivelamento salarial, diminuindo a diferença entre o maior e o menor vencimento dos colaboradores”, explicou Assmann.

 
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