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Empresários da Construção comemoram celeridade em novo processo de emissão de licença contra incêndios

Foto: Vinícius Magalhães

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Publicado em 29/04/2026 12:53  -  Atualizado em  30/04/2026 09:47

Duas boas notícias foram destaque da reunião do Fórum Setorial de Construção Civil da Firjan, realizada nesta terça-feira (28/4), na sede da instituição. Na abertura da agenda, os empresários presentes conheceram os resultados da digitalização do processo de licenciamento contra incêndio para edificações implantado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. Esta iniciativa foi realizada no âmbito do programa Licença 4.0 em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio) e a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ). Na sequência, foi a vez da divulgação de mais detalhes sobre o Escritório de Carreira da Firjan SENAI SESI.

No primeiro painel, o diretor da Divisão de Informática da Diretoria Geral de Serviços Técnicos (DGST), o tenente-coronel dos Bombeiros Luiz Carlos Ananias Junior, revelou que já houve uma redução de cerca de 37% nos pedidos de Certificado de Aprovação de Licenciamento Contra Incêndio devido ao programa Licença 4.0, que digitalizou integralmente o processo. A iniciativa foi desenvolvida pela Firjan após uma escuta com os empresários do setor em 2022 para identificar os principais entraves ao aumento da produtividade do segmento. A burocracia e a demora para a emissão da liberação do Licenciamento Contra Incêndios foram apontadas como um dos principais problemas.

De acordo com Marcelo Kaiuca, presidente do Fórum Setorial de Construção Civil, a demora para a conclusão do processo de licenciamento acarretava custos adicionais que impactam no valor do imóvel. “Os bombeiros abraçaram a causa porque o seu processo era burocrático e totalmente analógico diferente de experiências já implantadas em outros estados. Em alguns casos, para conseguir um aval, era necessário procurar departamentos em andares diferentes no mesmo prédio. Todo este processo demorava muito e resultava em prejuízo para o segmento. Com mais celeridade, ganha todo mundo, o Estado, que passa a cobrar o IPTU, com a conclusão da obra, e o empresário, que tem autorização para vender a unidade”, destacou o empresário.

Já o tenente-coronel Ananias apresentou dados sobre a celeridade do novo processo. Nos quatros meses de implementação do programa, o total de dias para a conclusão da emissão do certificado caiu de 26 para 16. “Hoje, o requerente tem muito mais informação prévia do que ele necessita apresentar. Antes, ele precisava conferir a documentação no Protocolo para voltar novamente ao local. A realização de todo o processo de forma digital contribui muito para a redução do tempo de resolução”, explicou.

Programa de empregabilidade 

No painel 'Escritório de Carreira da Firjan SENAI SESI: conexão entre demanda e oferta por mão de obra', a gerente de Responsabilidade Social, Eliane Damasceno, falou sobre o mercado de trabalho no segmento de construção civil e explicou como funcionará a nova iniciativa, que será lançada em maio. 

Por meio de parcerias com empresas, o Escritório de Carreira vai oferecer trilhas de formação para o mercado de trabalho, mentorias e workshops, além de utilizar um sistema de matchmaking, o “Conexão Vagas”, que conecta perfis de alunos às demandas das empresas. O recurso estará aberto a todos os alunos e ex-alunos da Firjan SENAI.

A gerente de Responsabilidade Social afirmou que a indústria é um dos segmentos de maior índice de formalização no trabalho e mobilidade social e, mesmo assim, enfrenta déficit de mão de obra. Ao mesmo tempo, a Firjan SENAI SESI forma diversos profissionais qualificados todos os anos, que estão em busca de oportunidade profissional.

“Quando iniciamos o projeto do Escritório, começamos pelo básico, que é promover a conexão, a partir dos dados, e entender quando este processo de contratação não está acontecendo. Com o projeto, a gente tem uma governança de dados, um ambiente que materializa o que pode ser feito e melhorado. Será fundamental a escuta de vocês para entender esse desenvolvimento. Essa jornada não termina com a formação profissional, termina com carreira, renda e ingresso dos futuros profissionais no mercado de trabalho”, ressaltou Eliane.

Roberto da Cunha, assessor técnico do Fórum, completou destacando a importância da participação dos empregadores. “É fundamental que as empresas se aproximem dos alunos enquanto ainda estão na fase escolar cursos para impulsionar a empregabilidade e ampliar atratividade profissional para as vagas ofertadas. Se não tivermos a aproximação da empresa, fica comprometido as perspectivas concretas de empregabilidade dos alunos”, observou.

 
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