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Aquário Casa Firjan discute ações efetivas para promover a diversidade nas empresas

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Publicado em 28/07/21 13:49  -  Atualizado em  02/08/21 10:31

Diversidade e inclusão estão no centro das discussões como parte da cultura gerencial, mas sua implantação ainda está longe de ser uma realidade em grande parte das empresas. O assunto foi tema da live “Diversidade além do discurso: Como criar ações efetivas e porque isso é tão importante para as empresas”, do Aquário Casa Firjan de 27/07.

Para a coordenadora de Projetos Integrados de Responsabilidade Social da Firjan, Eliane Damasceno, se as empresas desejam estar mais próximas da realidade brasileira, precisam ter uma pluralidade maior nos quadros de funcionários. “Não só pelo imperativo ético, mas cada vez mais em função de como as corporações entendem que contribuem para estratégias de desenvolvimento, inovação e acesso ao mercado”, explicou Eliane, que foi a mediadora do encontro.

Head de Inclusão e Diversidade da Nestlé, primeira empresa do Brasil em alimentos e bebidas, Helen Andrade entende que é preciso que as empresas tenham ações práticas nessa direção. “A partir do momento que é estratégico, que o presidente da companhia envolve o tema de diversidade e inclusão, por exemplo, nas reuniões de resultados, as pessoas começam a perceber que realmente faz parte da estratégia da companhia. A gente precisa ver diversidade e inclusão nos corredores, nas reuniões, nas ideias, nos produtos, nos serviços, nas nossas marcas”, destacou Helen.

O fundador do Instituto Black Office e especialista em Diversidade & Inclusão na Nubank, Ian Nunjara, lançou um olhar sobre o setor financeiro, onde negros e mulheres são minoria, principalmente em posições de liderança, e também como clientes, com dificuldade de acesso a crédito. Segundo ele, representatividade é muito importante: “Eu acredito que só assim a gente vai conseguir criar não só clientes genuinamente ligados e conectados aos nossos produtos, mas também construir produtos com a cara dos nossos clientes”, pontuou.

Segundo a coordenadora de Desenvolvimento da Transempregos, Marcia Rocha, o preconceito é o grande vilão. “É muito claro o quanto o preconceito opera e o quanto ele é nocivo para as empresas e para a sociedade. Existem pessoas extremamente competentes, com uma capacidade imensa, que deixam de ter oportunidade, deixam de se desenvolver, trabalhar, produzir, gerar renda e riquezas, por puro preconceito”.

Clique aqui para assistir na íntegra ao evento.

 
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