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Alunos da Escola Firjan SESI Petrópolis são destaque em competições pelo país

Alunos da Escola Firjan SESI Petrópolis foram medalhistas na Olimpíada Brasileira de Robótica. As equipes Lego Mind e The Grikos ganharam medalhas de ouro e bronze, respectivamente.

Alunos da Escola Firjan SESI Petrópolis foram medalhistas na Olimpíada Brasileira de Robótica. As equipes Lego Mind e The Grikos ganharam medalhas de ouro e bronze, respectivamente.Foto: Divulgação

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Publicado em 26/08/19 17:09  -  Atualizado em  27/08/19 15:37

A Escola Firjan SESI Petrópolis mais uma vez fez bonito em uma olimpíada, desta vez na Brasileira de Robótica (OBR).

Na etapa regional realizada no Flamengo, zona Sul do Rio, que aconteceu no último sábado (24.08), foram cerca de 34 equipes participantes, sendo três da Escola Firjan SESI Petrópolis e dessas, duas medalhistas. A equipe Lego Mind, formada pelos estudantes do 8º ano, todos de 14 anos, Guilherme Gonçalves, Ana Clara de Castro e João Pedro Alves, conquistou a medalha de ouro. E os alunos Nathan Mendonça, 13, Vitor Amorim, 14, e Gustavo Soares, 13, da equipe The Grikos, também do 8º ano, levaram o bronze.

Outras duas equipes da Escola Firjan SESI - unidade Maracanã e São Gonçalo - também estarão na próxima etapa, estas classificadas na fase regional que aconteceu na Escola Firjan SESI São Gonçalo, em 10/08. Poucas equipes são selecionadas para participar da etapa estadual, que acontece em 22 de setembro, em Petrópolis, no Sesc Quitandinha.

A competição é direcionada a estudantes do 8º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio de todo o Brasil, de escolas públicas ou privadas. O objetivo é estimular estudantes às carreiras científico-tecnológicas, identificar jovens talentosos e promover debates e atualizações no processo de ensino-aprendizagem brasileiro.

De acordo Robson Luis Thomé, professor da Escola Firjan SESI Petrópolis e orientador técnico das equipes, essa é a terceira vez que a instituição participa e é campeã de uma etapa regional.  “Sair medalhista de uma competição desse porte é motivo de orgulho e serve de motivação para os demais alunos, que se empolgam para as próximas edições. Experiências como essa projetam no estudante um futuro profissional, enriquecidos com disciplina e foco”, destaca Robson.

Para Nathan Mendonça, que participa pela segunda vez da Olimpíada Brasileira de Robótica, é uma grande vitória chegar pela primeira vez à etapa estadual. “Além da chance de ganhar uma medalha, trocamos experiências com jovens de outras regiões e escolas e enriquecemos o nosso aprendizado. Toda essa experiência é muito valiosa para a nossa vida profissional e pessoal”, completou o estudante.

Robótica na Firjan SESI

Na educação básica da Firjan SESI, a robótica é curricular e segue a metodologia STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), fundamentada em projetos que devem solucionar problemas e sugerir soluções inovadoras e tecnológicas. “O Programa de Robótica do SESI contempla os alunos da educação básica de forma integrada com a educação profissional. De modo, as competências necessárias para o mercado de trabalho do mundo automatizado podem ser também exploradas pelo olhar técnico da indústria”, ressalta Giovanni Lima, gerente de Educação Básica da Firjan.

Lima ressalta também que o aprendizado de robótica estimula uma postura investigativa e o trabalho em equipe, pois dá grande importância ao planejamento e a criatividade. “Com o avanço tecnológico cada vez mais veloz, a forma produtiva de lidar com a tecnologia se mostra essencial para a vida num mundo cada vez mais digital. Precisamos de profissionais qualificados nessas áreas, em diferentes contextos e perfis, à frente da linha de produção”, finaliza.

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Saber trabalhar em equipe é um grande atributo para competir em eventos como a Olimpíada Brasileira de Robótica.

 

Olimpíada Brasileira de História

A Escola Firjan SESI Petrópolis também foi medalhista na Olimpíada Brasileira de História (ONHB), realizada em 17 e 18 de agosto, na Unicamp, em Campinas (SP), uma das universidades mais respeitadas do país. Os estudantes do 2º ano do Ensino Médio, Guilherme Bártholo, João Vítor Nunes e Vítor Carias, e pela professora e orientadora do grupo, Thaís Freitas, garantiram a medalha de ouro na final da ONHB. A equipe superou mais de 18 mil concorrentes ao longo da competição, que incluiu desafios online e presencial.

A competição é direcionada a estudantes do 8º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio de todo o Brasil. O objetivo é aprender a história do Brasil abordando temas a partir de documentos históricos, imagens, mapas, textos acadêmicos, pesquisas inéditas e debates historiográficos. Ao todo, 18,5 mil equipes foram inscritas e apenas 314 selecionadas e, somente quatro do Estado Rio.

“Esta é a primeira vez que participamos da ONHB e estamos muito emocionados com o resultado. Somos os únicos do estado do Rio a receber uma medalha e esse é um grande motivo para comemorarmos. Além disso, essa conquista mostra a educação de qualidade que a Escola Firjan SESI Petrópolis entrega para toda a sociedade”, destacou Simone Tavares, gerente Operacional da unidade.

Durante a final, os alunos realizaram uma prova dissertativa após receberem um conjunto de documentos com manchetes de jornais dos últimos anos no Brasil e elaboraram um texto sobre violência, exclusão e banalidade do mal. Neste ano, a ONHB debateu o tema "Os Excluídos da História", uma perspectiva que engloba importantes personagens da construção do Brasil, mas que não tiveram o devido espaço nos livros de História do Brasil. Negros, índios, mulheres, imigrantes, loucos foram características do perfil buscado pela banca avaliadora da Unicamp.

“A Olimpíada é um desafio original, onde o conhecimento prévio em história tradicional não é suficiente para a solução das provas. Os estudantes precisam reunir diversas habilidades e competências para investigar e encontrar as respostas corretas que estão inseridas nos materiais disponibilizados. Saber interpretar uma fonte histórica, refletir sobre o tema e ter análise crítica é mais importante neste desafio do que o conteúdo dos livros escolares”, explicou Thaís Freitas, professora da Escola Firjan SESI Petrópolis.

Para chegar até a final, os alunos foram aprovados em sete etapas: seis desafios online, com duração de uma semana cada, e uma presencial. Cada fase possuiu 11 questões mais uma tarefa a serem respondidas no prazo de uma semana.

A ONHB é uma importante ferramenta de aprendizado do ensino de História. Com gosto por pesquisas, Vitor Carias acredita que este foi o estímulo certo para que a equipe fosse adiante na competição. “O time foi crescendo ao longo das etapas. Ficamos mais interessados conforme os desafios eram propostos e, isso, nos deu mais vontade seguir adiante”, pontuou.

A Olimpíada também mobiliza temas interdisciplinares (geografia, literatura, arqueologia, urbanismo, atualidades) e tem impacto positivo na leitura, compreensão e escrita dos estudantes participantes.

Interessado em cursar a faculdade de Direito, João Vitor acredita que os desafios impostos na Olimpíada da História vão contribuir para carreira e currículo de todos. “Tenho certeza que os conhecimentos adquiridos na realização das tarefas, a intepretação e a síntese das respostas vai ajudar na preparação do vestibular e do Enem, além de ser um grande diferencial no currículo”, disse.

Na cerimônia foram distribuídas medalhas de ouro, prata e bronze, de acordo com a pontuação das equipes. Os demais participantes receberam medalhas de honra ao mérito. Neste ano, medalhistas de ouro e prata puderam ainda concorrer a duas vagas no curso de graduação em História da Unicamp. O resultado será informado pela instituição até 31/10.

 
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